Sábado, 31 de Janeiro, 2015
31/01/2015

PMDB indica Renan Calheiros para a presidência do Senado

Renan, atual presidente da Casa, disputará o cargo com o senador Luiz Henrique (PMDB-SC).

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31/01/2015

Ex-líder do Bloco de Esquerda diz que novo governo grego é o único que defende Portugal

Francisco Louçã defendeu em entrevista à TSF e ao "Dinheiro Vivo" as reivindicações do Syriza, afirmando acreditar que uma reestruturação da dívida pública é possível tanto na Grécia como em Portugal.

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31/01/2015

Governador do Rio diz que cortes no orçamento não afetarão políticas de segurança "já implementadas"

O corte de R$ 2,6 bilhões no orçamento do governo do estado do Rio de Janeiro não atingirá políticas de segurança já implementadas nem a formação de novos policiais, disse o governador Luiz Fernando Pezão.

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30/01/2015

Juiz Sérgio Moro quer justificativa para indicação de agentes públicos como testemunhas

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, pediu que os advogados do presidente da empresa UTC, Ricardo Pessoa, justifiquem a necessidade de indicar ministros e parlamentares para depor como testemunhas de defesa nas ações a que o executivo responde.

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30/01/2015

Ministro da Fazenda volta a defender corte de "gastos do governo"

Segundo Joaquim Levy, o resultado fiscal do governo mostra que a economia precisa ser redirecionada. O objetivo do governo é reduzir alguns tipos de gastos, antes de começar a introduzir novos impostos.

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30/01/2015

PSDB promete intensificar oposição parlamentar e acusa Dilma de ter "fantasiado" a situação do Brasil

O PSDB começará a nova legislatura no Congresso Nacional mirando a criação de quatro comissões parlamentares de inquérito (CPIs). O foco serão Petrobras, setor elétrico, fundos de pensão e bancos públicos.

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30/01/2015

Com Petrobras a perder valor no mercado, ministro defende que balanço foi feito com "transparência absoluta"

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, diz que a divulgação do balanço financeiro do terceiro trimestre de 2014 da estatal de petróleos e gás foi feita com "transparência absoluta". O balanço não foi assinado por auditoria independente e não revela o montante do dinheiro desviado por esquema de corrupção bilionário. As ações da Petrobras estão em queda.

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