Segunda, 02 de Março, 2015
02/03/2015 por Carlos Fino

Tiros nas costas da oposição repercutem nas muralhas do Kremlin

Os seis tiros que ceifaram a vida a Boris Nemtsov repercutiram com fragor nas muralhas do Kremlin, causando profunda emoção em todo o país. O seu impacto pode, por isso, contribuir para um raro momento transversal de reflexão nacional em que os líderes de um lado e do outro se questionem sobre os perigos de continuar a aprofundar o fosso que os separa.

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28/02/2015 por Alfredo Prado

A "marolinha"

As medidas de austeridade, que têm vindo a ser anunciadas a conta-gotas, normalmente às sextas-feiras, na convicção, suponho eu, de que o chopp e os vinhos de fim de semana arrefeçam os ânimos, prometem mais sacrifícios aos mais pobres e a uma classe média contribuinte.

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27/02/2015 por Carlos Luís Figueira

Da Outra Margem

A vitória eleitoral do Syrisa, pelos compromissos assumidos e pelo seu posicionamento ulterior, punha em causa, para espanto de muitos e alarme de outros, todas as verdades de sentido único que ao longo de anos de austeridade e empobrecimento nos tinham sido impostas como medidas irreversíveis.

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24/02/2015 por Jorge Horta

Lisboa em saldos

Mas se nestes dias cinzentos a capital portuguesa mantém as boas oportunidades para se rechear o guarda-roupa de peças baratas, em Lisboa conservam-se também os indícios de um país que só por um elevado optimismo se pode considerar como estando na rota do crescimento e da recuperação económica.

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23/02/2015 por Carlos Fino

A fractura exposta da Europa

O entendimento alcançado em Bruxelas na sexta-feira mais parece uma trégua numa guerra que vai continuar nos próximos meses do que propriamente um entendimento firme capaz de resolver a crise. Não é sequer de excluir que ambos os lados procurem, no espaço de tempo que se fixaram, preparar aquilo que dizem querer evitar – a saída da Grécia do euro.

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19/02/2015 por Vítor Ramalho

A queda do preço do petróleo e as questões sociais

É útil e proveitoso que os países produtores (...)tenham presente que a psicologia coletiva é determinante para a confiança e esta para o investimento. (...) As políticas de austeridade não são amigas da pacificação social, se e sobretudo quando se descuram os objetivos da necessidade da despesa neste domínio, que têm de ser reforçadas, ainda que à custa do crescimento do déficit.

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17/02/2015 por Carlos Fino

Ucrânia: Cessar-fogo no fio da navalha

Diz o ditado que não há duas sem três, e Minsk poderá ter que repetir-se, até porque, como vimos, há pontos que precisam de ser melhor definidos. Mas também é verdade que o pior nem sempre é inevitável.

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