Ano VII - Quinta-Feira, 29 de Julho de 2010

AchaNoticias

Busca Avançada

noticias

Tamanho da fonte:- A + A
Portugal Digital - Brasil/Portugal Portugal Digital - Brasil/Portugal
25/06/2009 - 12:30

Comércio varejista de Belo Horizonte confia no segundo semestre

Apesar do fantasma do desemprego e do endividamento do consumidor, empresários acreditam em melhora do desempenho de vendas.

Da Redação

Belo Horizonte - Os empresários do comércio varejista de Belo Horizonte estão confiantes na recuperação da economia e nos chamados efeitos sazonais que normalmente movimentam as vendas do comércio no segundo semestre. A pesquisa “Sondagem de Opinião do Lojista – Expectativas para o Segundo Semestre de 2009”, realizada pelo Departamento de Economia da Fecomércio Minas, apurou que 80,4% dos entrevistados acreditam que as vendas do 2º semestre de 2009 irão superar as vendas realizadas no 1º semestre.

No calendário de negócios do comércio, a partir de agosto, a força de negócios se orienta para as festas de fim de ano devido ao comportamento pró-ativo da demanda, frente ao recebimento do décimo terceiro salário. Para os empresários do comércio varejista, o grande pilar dinamizador dos negócios são as datas comemorativas, resposta citada por 21,5% dos entrevistados, que contam com a força comercial e emocional destas datas. Os entrevistados também destacaram a melhor negociação com os fornecedores, que alcançou 15,8% e o crédito facilitado ao cliente, com 12,2% das respostas.

No cotidiano do comércio varejista, a inadimplência é o principal problema enfrentado, dado confirmado por 24,1% dos entrevistados. Apesar do crédito facilitado ser uma das maiores alavancas propulsoras para os negócios, impõe risco à saúde econômico-financeira, devido a falta de educação financeira e de planejamento orçamentário. A inadimplência acentuou-se nos últimos meses devido ao desemprego, fruto da crise econômica. Outros problemas citados foram os juros altos (16,5%), a carga fiscal (12,3%) e a concorrência informal (11,3%).

Do ponto de vista dos empresários, no momento atual, o comportamento dos consumidores é afetado pela piora da expectativa em relação ao comportamento do mercado de trabalho. O medo do desemprego provocado pela crise financeira é o problema mais citado com 27% das respostas, e o que tem reduzido à disposição para o consumo. Em seguida, os empresários citaram o endividamento elevado, com 19,8% das respostas; o descontrole financeiro, com 15,2%; e o peso dos impostos sobre a renda, com 13,5%.

Em relação aos efeitos da crise financeira mundial, segundo a sondagem, 48,6% consideram que a crise ainda não passou; 37,9% afirmaram que para seu negócio a crise já passou; e 13,6 responderam que não sentiram os efeitos da crise.

DEIXE UM COMENTÁRIO

Comentários





Observações
  • Todos os campos são de peenchimento obrigatório
  • Seu email não será publicado
  • O comentário será enviado para o moderador antes de ser publicado
Consultores de Comunicação Associados - CCA Produzido por SX Brasil